segunda-feira, maio 21, 2012

Guião

Neste trabalho iremos falar sobre a Escola Secundária Rocha Peixoto, logo irá ser aí que irão decorrer as nossas filmagens.Para começar iremos entrar pela antiga entrada da escola,8.20h, de seguida filmaremos o corredor com as salas e mostraremos como é uma sala por dentro.Depois passamos pelo bar e pela cantina,continuando esse corredor até chegarmos à biblioteca.Iremos fazer o caminho que passa pelo SASE, Secretaria,etc, até ao pavilhão de física que é onde acabaremos a apresentação interior da escola.De seguida vamos mostra o campo verde, o de Basket e o campo Preto e encerraremos a nossa apresentação na saída da porta lateral.

Curta Metragem

Uma curta-metragem é qualquer filme que não é suficiente grande para ser considerado um filme. 
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas define um curta-metragem como um filme original que tem uma duração de 40 minutos ou menos, incluindo os critérios.
" As Curtas-metragens podem ser produções profissionais ou amadoras. As Curtas-metragens são frequentemente exibidas em festivais de cinema e locais nacionais ou internacionais. As Curtas-metragens são muitas vezes feitas por cineastas independentes para fins lucrativos, ou com um baixo orçamento, e em casos raros grandes orçamentos."
 São geralmente financiadas por doações de cinema, organizações
sem fins lucrativos, patrocinadores, ou outros
As Curta-metragem são utilizadas para alguns produtores ainda não conhecidos "subirem" na carreira.

sexta-feira, fevereiro 24, 2012

Reprodução da cor


A criação da cor acontece através da luz ou da tinta. A primeira é conhecida como RGB e consiste na junção das cores aditivas e a segunda é a junção das cores subtractivas CMYK.
O olho humano tem três tipos de receptor que são sensíveis às cores primárias luz (azul, verde, e vermelho). A combinação destas cores cria todas as cores visíveis pelo ser humano. A adição destas cores traduz-se em luz branca e a adição aos pares das mesmas traduz-se nas cores primárias pigmento.
Por sua vez as cores CMY (azul ciano, magenta e amarelo) juntas dão origem ao preto. Que se traduz no K de CMYK. A gama a que estas cores nos trazem é inferior à gama trazida pelas cores RGB.
As cores pantones são cores sólidas. São uma referência universal que define a composição das tintas. Esta marca disponibiliza uma variedade de catálogos com combinações das cores CMYK.
O tipo de suporte na utilização destas cores é muito importante na medida em que a aderência do tipo de tinta varia tendo em conta a qualidade do papel utilizado.

Reflexão do módulo 6

Eu acho que mereço um 12, porque apesar de o trabalho não estar muito completo esforcei-me para o fazer.E é por isso que acho que mereço essa nota.

Impressão


Impressão é a tarefa ou atividade de transferir para um suporte material qualquer (papel, tecido, plástico, acetato, madeira etc.) um determinado conteúdo ou conjunto de signos (letras, palavras, textos, figuras) armazenados em um formato digital para fins de comunicação.
A partir da impressão podem vir a publico fotografias, jornais, revistas, livros, cartas, documentos, folders, entre outros. Para executar uma impressão é necessário o uso de uma impressora, aparelho eletrônico que transfere o aspecto visual a uma superfície física através de variados recursos como laser e tinta.

Pré Impressão

Por pré-impressão designa-se o processo de preparação de uma publicação para impressão na gráfica. Presentemente, devido aos avanços das tecnologias de impressão, qualquer pessoa que adquira um computador e o software indicado possui ferramentas suficientes para produzir publicações de alta qualidade. Transferir o trabalho que se visualiza no monitor para a impressora, com sucesso, requer alguma compreensão do processo de pré-impressão digital

Objectivos
Esta acção de formação visa dotar os participantes com os conhecimentos essenciais sobre o funcionamento do sistema operativo no que diz respeito à área de Design Gráfico e de todo o processo de pré-impressão na produção de documentos em alta resolução, gestão e impressão optimizada de fontes, e preparar os formandos para a criação, leitura e edição de ficheiros Portable Document Format.

segunda-feira, novembro 21, 2011

História da luz

Os antigos filósofos gregos não faziam discernimento entre a luz e a visão. Eles não viam como duas coisas separadas a física da luz e a nossa sensação, ou a interpretação que nosso cérebro acaba tendo dessa física (visão). Observando os olhos de cães, pessoas etc..., à noite, que estivessem próximas ao fogo, os gregos observaram que dos olhos dos seres vivos saia luz. Como sabiam que a luz provém de uma fonte luminosa, e a única fonte conhecida era o fogo, concluíram que "os seres vivos têm uma ténue chama dentro dos olhos". Para eles a visão era explicada com uma teoria, segundo a qual a visão estava intimamente ligada ao tacto. Acreditavam que de dentro dos olhos projectavam-se raios de luminosos que tacteavam os objectos e retornavam aos olhos trazendo consigo informações que, ao serem interpretadas pelo cérebro, acabavam gerando a sensação visual. Acreditavam ainda que cachorros viam mais à noite do que os homens, pois a chama de seus olhos era mais intensa que a dos humanos. Argumentavam que os homens não têm boa visão nocturna porque, sendo a chama de seus olhos muito ténue, a luz em seu caminho de ida e volta acaba por se perder, ao passo que, durante o dia, a luz projectada dos olhos somava-se à do ambiente podendo assim cumprir seu caminho de ida e volta.

Com o passar do tempo e estudando a fisiologia dos olhos foi possível concluir que a ideia do "fogo dentro dos olhos" era mesmo absurda. Foi então que Aristóteles experimentou opinar. Ele pregava que a luz, ao bater nos objectos, retirava deles uma microscópica camada superficial de átomos que, ao serem projectados, acabavam atingindo nossos olhos permitindo assim que víssemos o mesmo. Note-se que ainda não existe discernimento entre luz e visão. Nas teorias propostas a luz e os objectos ainda interagem. A teoria de Aristóteles sobre a luz explicava ainda a sensação de diferenciação de tamanho de um mesmo objecto à medida que nos aproximamos ou nos afastamos dele. Para ele, quando estamos perto de um objecto o ‘enxergamos maior’, pois mais átomos atingem nossos olhos do que quando estamos afastados. Sua teoria, no entanto, acaba caindo por terra por não explicar problemas como o suposto desgaste que os objectos sofreriam ao serem iluminados, bem como as imagens embaralhadas que deveríamos formar devido às colisões de átomos de dois objectos, etc. Sobre o segundo problema, Aristóteles até tentou se defender alegando que, o que ocorria fora do corpo, era exactamente o que sua hipótese sugeria e que tais imagens irreais não eram percebidas pelas pessoas pois, quando a luz entrava por nossos olhos, a "alma humana" a recebia e só repassava ao cérebro as imagens corretas. Aristóteles transferiu assim um furo de sua teoria para um problema "parafísico". Hoje parece piada, mas é história da ciência!

E o mais incrível de toda essa história é observar como fenómenos hoje desvendados eram, mesmo que de forma deslocada, introduzidos no estudo da óptica. A ideia dos gregos de soma de luz e o que hoje aceitamos como interferência; a ideia de Aristóteles de luz arrancando átomos e o efeito fotoelétrico. Afinal, às vezes dentro alguns erros podem surgir indícios de futuras verdades e de algumas verdades, com o passar do tempo, podem surgir grandes erros.